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Anúncio dos vencedores do projeto Jovem Endoscopista será neste sábado

O projeto Jovem Endoscopista, uma iniciativa da SOBED-RJ em parceria com a Scitech, terá o anúncio dos vencedores neste sábado, dia 14, durante a oficina de Endoscopia Bariátrica, no centro de estudos do Hospital Samaritano, em Botafogo.

Ao longo do ano, os residentes de Endoscopia Digestiva e endoscopistas com até cinco anos de formação participaram dos eventos da SOBED-RJ apresentando casos clínicos. Eles também participaram de cursos e congressos da especialidade e de ações sociais da SOBED. Todas essas participações geraram pontuações aos inscritos no projeto e o melhor colocado receberá preceptoria em quatro centros de referência ao longo de 2020, com todas as despesas inclusas (passagem, hospedagem e refeições). Um centro a cada trimestre, com estadias entre 2 a 3 dias cada.

Além disso, o chefe do serviço do jovem endoscopista e o próprio jovem endoscopista terão direito a visitar as fábricas da Scitech, em Goiás, e da Mitech, na Coréia, com todas as despesas pagas.

Portanto, não perca!

SOBED-RJ realiza sua última atividade científica de 2019 neste sábado. Confira a programação!

A SOBED-RJ realiza neste sábado, dia 14, sua última atividade científica de 2019. O tema abordado será Endoscopia Bariátrica e o evento ocorrerá a partir das 9h, no centro de estudos do Hospital Samaritano, em Botafogo.

A entrada é aberta a médicos.

Não perca!

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO

9h Abertura

9h10 Casos clínicos do Serviço de Endoscopia do HFB e projeto Jovem Endoscopista

9h30 Balão intragástrico, “Cápsulas-balão” e Endosuturas
Dr. Eduardo Moura (SP)

10h Tratamento das estenoses e fístulas
Dra. Lilian Machado (HCA e Rede D´Or)

10h30 Intervalo

11h Tratamento endoscópico no reganho de peso
Dr. Victor Brunaldi (SP)

11h30 Debate

12h Premiação Jovem Endoscopista

12h20 Encerramento

DEBATEDORES
Dr. Maurício Emmanuel Vieira, Dra. Mônica Wolff e Dra. Flavia Alvarenga

SAIBA COMO CHEGAR

Rua Assunção, 286, Botafogo

 

CREMERJ recebe sugestões para mudanças no Manual de Publicidades Médicas

fonte: CREMERJ

Muitas são as dúvidas e críticas, que estão surgindo, em relação ao atual Manual de Publicidade Médica. Por isso, estamos te pedindo uma ajuda que vai beneficiar a todos nós, médicos. Num prazo de 60 dias, pedimos que envie sugestões e mudanças para que possam ser levadas ao CFM. Lá, vamos debater e ver a viabilidade para a implementação delas. É o Novo CREMERJ cumprindo mais uma promessa de campanha: Sermos sua voz em Brasília!

Para preencher o formulário acesse o link abaixo com os seus dados de login e senha da área do médico, pois esse é um privilégio só para médicos.

https://www.cremerj.org.br/servicomedico/sugestoesmanualpublicidade/

ANS suspende temporariamente a venda de 39 planos de saúde

fonte: Agência Brasil

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) suspendeu temporariamente a venda de 39 planos de saúde de 12 operadoras, em todo o país, devido a reclamações feitas pelos consumidores no terceiro trimestre deste ano. Esses planos já atendem a 1,4 milhão de pessoas que não serão afetadas. A proibição da venda começa a valer a partir desta segunda-feira, dia 9 de dezembro.

A medida, divulgada na quinta-feira, dia 5, faz parte do Monitoramento da Garantia de Atendimento da agência, que acompanha o desempenho do setor.

Além das suspensões, a ANS informou também que liberou a comercialização de 11 planos de saúde de sete operadoras. Eles haviam sido impedidos de serem vendidos anteriormente, mas melhoraram os resultados e, com isso, poderão voltar a ser vendidos para novos clientes, desde que não estejam com a comercialização interrompida por outros motivos.

Veja aqui a lista dos planos com a comercialização suspensa.

Acesse aqui a lista de planos reativados.

CREMERJ move ação para preservar médicos plantonistas

fonte: CREMERJ

O CREMERJ entrou com habeas corpus na justiça federal para proteger médicos plantonistas contra eventuais acusações de omissão de socorro, durante os plantões, nos hospitais públicos do estado do Rio de Janeiro.

Médicos de grandes unidades vêm cumprindo seus plantões sozinhos. Isto é, sem o quantitativo médico mínimo previsto na escala do plantão, levando-se em consideração, dentre outros fatores, o porte da unidade, especialidades e população a que presta atendimento. Infringindo os princípios fundamentais do Código de Ética Médica.

Em casos de remoção de um paciente para outra unidade, por exemplo, o profissional precisa decidir entre acompanhar o paciente na ambulância, geralmente em condições graves, ou manter o atendimento aos enfermos e acidentados que chegam às emergências.

“Esta ação é para proteger os sofridos colegas médicos, que se desdobram para tentar minorar o sofrimento da população. Não entra na cabeça de ninguém punir quem vive para aliviar as dores dos seres humanos”, declarou o Presidente do CREMERJ, Sylvio Provenzano.

Perfil: Dr. Luiz Leite Luna

A SOBED-RJ começa nesta semana uma série de matérias especiais mostrando perfis de grandes nomes da endoscopia digestiva fluminense. O nosso primeiro convidado é o Dr. Luiz Leite Luna.

Em 1967, a “Faculdade Nacional de Medicina da Universidade do Brasil” (atual UFRJ) formava um jovem médico endoscopista que se tornaria referência na área.

Dr. Luiz Leite Luna, nasceu em Penedo (Alagoas), em 12 de dezembro de 1943, mas foi no Rio de Janeiro que construiu a base da sua trajetória profissional.

Realizou Residência Médica na própria universidade, em 1968, e fez fellowship em Boston, na Lahey Clinic Boston S.A, de 1969 a 1971.

“Quando eu cheguei aqui no Rio, em 1972, já funcionava o Hospital do Andaraí, onde fui trabalhar. Durante todo o período em que atuei neste hospital público eu assumi o serviço de endoscopia e fiz o 1º Centro de Hemorragia Digestiva do Brasil e talvez o primeiro do mundo! Do Brasil certamente foi o primeiro. Vinha todo mundo ver esse serviço pioneiro”, recordou Dr. Luna.

Além de trabalhar em sua clínica particular, Dr. Luna atendia em praticamente todos os hospitais da cidade. Segundo ele, eram quatro noites por semana para fazer emergências nos hospitais do Rio de Janeiro.

Ele relembrou como eram realizados os exames endoscópicos no início da sua carreira:

“Eu já peguei fibra de vidro, já peguei os fibroscópios Olympus e as gastrocâmaras. E logo em 1971 veio os fibroscópios, que se chamavam GIFD. Tinham os coledoscópios curtos da Olympus, chamados CFSD.”

Dr. Luna ressaltou que todo o material usado em seu trabalho era feito de forma artesanal:

“No começo, só pinça de biópsia pois a gente não fazia nenhum procedimento cirúrgico. Mas a partir de 1974, a gente começou a usar alças e agulhas de injeção que a gente mesmo fabricava. Não tinha nada comercial ainda. A gente que fazia com cateter, agulhinha de insulina. E as primeiras sondas de gastrostomia também eramos nós que fazíamos, com sondas urológicas.”

A partir de 1976, ele relembra o início da Endoscopia Digestiva Alta, realizada no Hospital Federal de Ipanema, Hospital Federal de Bonsucesso, Hospital Federal dos Servidores do Estado.

“De início era somente diagnóstico. Logo depois, em 74, a gente começou a tratar hemorragia digestiva através de esclerose e de eletrocoagulação. Um pouco mais pra frente a gente começou a fazer ligadura elástica nas varizes e começamos também a tirar, a injetar. Por volta de 1967, começamos a tirar os polímeros, as politectomias. E em 1974, eu fiz a primeira ensfincterotomia endoscópica para cálculo, ou seja a primeira papilotomia endoscópica.”

Entre outros avanços da década de 70, ele destaca a colocação de prótese em esôfago, para tumores de esôfago, além de dilatações de esôfago.

Mesmo vivendo em solo carioca, Dr. Luiz Leite Luna, nunca deixou de viajar para o exterior para se atualizar.

“Todo ano eu ia aos congressos americanos, além de viajar para França e Alemanha, trocar experiência com os amigos de lá. Na França, via os serviços do Claude Legori, que veio muito à SOBED a meu convite, e na Alemanha eu fui algumas vezes ver o serviço do Dr. Demling, que era um professor famoso, também do Prof. Lazo Safrani, logo no começo da papilotomia. Inclusive, o Dr. Claude Legori fez, em 1973, a primeira papilotomia endoscópica no Brasil, em Niterói, e eu estava junto.”

Segundo ele, só existiam duas revistas especializadas, as quais ele sempre recebia: Endoscopy e o Gastro Intestinal Endoscopy.

Dr. Luna também fundou o atual serviço de Endoscopia do Hospital São Vicente de Paula. Foi fundador, membro honorário da SOBED e presidiu a Sociedade de 1992 a 1994. É membro da Sociedade de Gastroenterologia, desde 1972, e foi membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões.

Através da SOBED, editou quatro livros sobre atualizações em endoscopia digestiva:2

2014 – “Atualizações em hemorragia digestiva”

2016- “Atualização em terapêutica no esôfago”

2018- “Atualização e terapêutica no estômago e intestino delgado”

2019- “Atualização terapêutica nos cólons”

Com uma carreira brilhante na bagagem, encerramos a entrevista perguntando qual seria o seu maior feito. A resposta:

“Quatro filhos foi a minha melhor obra, com certeza.”

Capes vai oferecer 1.800 novas bolsas de pós-graduação a partir de 2020

fonte: O Globo

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) anunciou ontem que vai investir R$ 200 milhões, pelos próximos quatro anos, em cursos de mestrado e doutorado. Com os recursos, 1.800 novas bolsas de pós-graduação com foco nos programas com notas 3 e 4 deverão ser ofertadas a partir de março de 2020. A iniciativa é uma parceria com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap).

—A Capes tem a missão da internacionalização, com foco nos programas de excelência. Mas não pode deixar dela doa mitigação das assimetrias estaduais. Há programas que estão em fase inicia leque, sem o apo ioda Capes, não conseguem ter musculatura pra chegar à excelência internacional —disse o presidente da entidade, Anderson Correia.

Segundo a Capes, cada estado deverá indicar quais áreas irá priorizar. A partir dessa lista, a Capes vai selecionar os programas que receberão os investimentos. A entidade vai contemplaros cursos com notas 3 e 4(“bom” e “muito bom”) —a escala vai até 7 —e que têm entre cinco e oito anos.

—Cada estado tema sua particularidade. Colocamos algumas áreas como exemplos. Não são fixas, mas energia é uma, já que pensamos num país que tenha autonomia energética em todas as frentes. Mobilidade é outra, e também saúde, meio ambiente, área de gestão e indústria 4.0 —exemplificou Correia.

Ainda segundo ele, os recursos têm ori gemem duas frentes: o descontingenciamento de verbas pelo Ministério da Educação e apre visão de maior orçamento para a entidade em 2020.

Câmara aprova MP que cria programa Médicos pelo Brasil

fonte: G1

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (26) a medida provisória (MP) que cria o programa Médicos pelo Brasil. O texto segue para o Senado.

A MP foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro em agosto e perderá a validade nesta quinta (28) se não for aprovada pelo Congresso.

Na primeira parte da sessão desta terça, os deputados aprovaram o texto-base por 391 votos a 6. Depois, passaram à análise dos destaques, isto é, propostas que visam alterar a redação da medida provisória. Esta etapa foi concluída por volta das 23h30.

O Médicos pelo Brasil substitui o programa Mais Médicos, criado no governo Dilma Rousseff, e prevê o envio de profissionais a locais difícil acesso e alta vulnerabilidade.

O texto aprovado

Além do envio dos profissionais, a MP também visa formar médicos e especialistas em medicina de família e comunidade na atenção primária à saúde por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Ainda de acordo com a MP:

  • o programa será implementado pela Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde (Adaps);
  • o Conselho Deliberativo da Adaps contará com integrantes do Ministério da Saúde, do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, da Associação Médica Brasileira, do Conselho Federal de Medicina, da Federação Nacional dos Médicos e do Conselho Nacional de Saúde.

A escolha dos médicos:

  • será por processo seletivo, com provas escritas e curso de formação de dois anos;
  • o interessado deverá apresentar: registro em Conselho Regional de Medicina; demonstrar que é especialista em medicina de família e comunidade ou em clínica médica;
  • cubanos que atuavam no programa Mais Médicos e permaneceram no Brasil após o fim do contrato com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) poderão ser contratados pelo novo programa por um período de até dois anos.

Revalida

Os deputados também aprovaram um projeto de lei específico sobre as regras para o exame Revalida, que avalia os conhecimentos dos médicos que obtiveram diploma no exterior. A medida fez parte de um acordo entre os líderes para viabilizar a votação da MP sobre o programa Médicos pelo Brasil.

A proposta prevê a aplicação do exame Revalida duas vezes por ano.

Além disso, permite que cursos de medicina com avaliação 4 e 5 no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior participem do exame. Este projeto será analisado agora pelo Senado.