DESTAQUES

ÁREA DO ASSOCIADO ASSOCIADOASSOCIADO

ARTIGOS & VÍDEOS

Veja publicações científicas disponibilizadas em nosso site

TERMOS DE CONSENTIMENTO

Baixe modelos de documentos para exames endoscópicos

CONSULTÓRIO NO SITE

Cadastre seus consultórios para divulgação em nosso site

QUEM PODE SE DIZER ESPECIALISTA EM ENDOSCOPIA
DIGESTIVA
ENDOSCOPIA
DIGESTIVA
ENDOSCOPIA
DIGESTIVA

O médico somente poderá anunciar especialidade quando o título estiver registrado no CRM

Apenas duas formas podem levar o médico a obter a especialização médica:

1) Residência Médica reconhecida pela Comissão Nacional de Residência Médica do MEC

2) Por meio de uma prova de títulos e habilidades das Sociedades de especialidades filiadas à AMB

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Cremerj alerta para golpe via WhatsApp

fonte: Cremerj

O CREMERJ adverte para mais um suposto golpe criminoso que vem acontecendo no país. Há casos de médicos de diferentes regiões que denunciaram ter recebido cobranças de anuidade pelo aplicativo Whatsapp, simulando terem sido enviadas pelo CFM ou por algum dos CRMs. 

Em caso de qualquer situação suspeita, o CREMERJ orienta que os colegas entrem em contato com o Fale Conosco da autarquia, para receber os necessários esclarecimentos.

O CREMERJ reitera, ainda, a importância de todos os médicos estarem com seus dados cadastrais atualizados no Conselho. Essa medida é um fator importante para que os profissionais recebam os informes oficiais da autarquia.

Setor de Saúde tem crescimento pelo 2º ano seguido

fonte: Agência Brasil

O consumo de bens e serviços de saúde foi impactado pela pandemia de covid-19 em seu primeiro ano (2020), ocorrendo o mesmo com os demais segmentos de bens e serviços que tiveram queda de 4,4% em volume.

Em 2021, no entanto, o volume do setor de saúde avançou 10,3%, quase cinco vezes mais do que os bens e serviços não relacionados à saúde (2,3%).

Os dados são da pesquisa Conta-Satélite de Saúde 2021, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo Tassia Holguin, pesquisadora do IBGE, apesar do aumento dos procedimentos de emergência provocados pela pandemia, o isolamento social acabou reduzindo a busca por atendimentos não emergenciais em 2020.

“Em 2020, por conta do isolamento, a gente teve uma queda no número de procedimentos ambulatoriais e hospitalares. As pessoas deixaram de fazer cirurgias eletivas e de ir ao médico e ao dentista. Elas foram postergando”, explica Tassia. “Em 2021, elas precisaram retomar as consultas, cirurgias que não podiam ser mais adiadas e o próprio consumo de medicamentos”, acrescentou.

Expansão

Apesar da redução total do consumo de bens e serviços de saúde, em 2020 o setor teve um aumento de 1,9% nos postos de trabalho nesse primeiro ano de pandemia, enquanto o restante da economia acusou uma perda de 7%.

Os postos de trabalho da saúde pública cresceram 7%, enquanto a fabricação de produtos farmacêuticos teve alta de 4,9%. A saúde privada cresceu apenas 0,2%.

No ano seguinte, o emprego na saúde aumentou mais: 5,1%. No entanto, esse crescimento foi puxado pela saúde privada com alta de 10,8% nos postos de trabalho, enquanto a saúde pública caiu 2,5%.

As atividades relacionadas à saúde eram responsáveis por 8,4 milhões das ocupações no Brasil em 2021, ou 8% do total, bem acima dos 5,2 milhões (5,3%) de 2010.

As remunerações do setor de saúde totalizaram R$ 372,3 bilhões em 2021, o equivalente a 10,5% do total da economia em 2021.

As despesas com saúde no Brasil chegaram a R$ 872,7 bilhões em 2021, o equivalente a 9,7% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Do total do PIB, 4% representavam os gastos do governo e 5,7% as despesas das famílias.

Saúde pública

Comparando-se a participação da saúde pública no PIB, em relação a alguns países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil ficou à frente do México (3,1%), mas atrás da média da OCDE (7,4%), Colômbia (7,1%), Chile (5,9%), Reino Unido (10,3%), França (10,4%) e Alemanha (11,1%).

Na comparação com 2020, houve uma queda da participação dos gastos do governo com saúde no PIB, já que no primeiro ano da pandemia, a saúde pública respondia por 4,2% da economia brasileira.

Em 2021, a despesa per capita com o consumo de bens e serviços de saúde de famílias e instituições sem fins de lucro a serviço das famílias alcançou R$ 2.387,50, enquanto os gastos per capita do governo com o fornecimento de serviços de saúde pública e medicamentos foram de R$ 1.703,60.

Em relação aos gastos das famílias com saúde, a maior parte (63,7% ou R$ 318,1 bilhões) foi com serviços de saúde privados. Os medicamentos responderam por 33,7% (R$ 168,3 bilhões) dos gastos com saúde.

SEJA UM SOBEDiano