{"id":13893,"date":"2022-02-04T08:47:32","date_gmt":"2022-02-04T11:47:32","guid":{"rendered":"https:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/?p=13893"},"modified":"2022-02-04T08:47:32","modified_gmt":"2022-02-04T11:47:32","slug":"maioria-dos-medicos-se-sente-esgotada-e-apreensiva-com-avanco-da-omicron","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/2022\/02\/04\/maioria-dos-medicos-se-sente-esgotada-e-apreensiva-com-avanco-da-omicron\/","title":{"rendered":"Maioria dos m\u00e9dicos se sente esgotada e apreensiva com avan\u00e7o da \u00d4micron"},"content":{"rendered":"<p>fonte: Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina<\/p>\n<p>Com o aumento de casos de Covid-19, decorrente do avan\u00e7o da variante \u00d4micron, mais da metade (51%) dos m\u00e9dicos aponta clima de esgotamento e apreens\u00e3o entre os profissionais. Sinais de ansiedade (42,7%), insatisfa\u00e7\u00e3o (27,5%), depress\u00e3o (15,6%) e revolta (12,6%) tamb\u00e9m est\u00e3o sendo percebidos com frequ\u00eancia nas unidades de atendimento.<\/p>\n<p>Os dados s\u00e3o da pesquisa \u201cPercep\u00e7\u00e3o dos m\u00e9dicos sobre o atual momento da pandemia de Covid-19\u201d, realizada em parceria pela Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina (APM) e pela Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica Brasileira (AMB), e apresentada em coletiva \u00e0 imprensa nesta quinta-feira, 3 de fevereiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/amb.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Pesquisa-APM_AMB_me%CC%81dicos-e-covid-19_fev2022.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">CONFIRA A PESQUISA NA \u00cdNTEGRA<\/a><\/p>\n<p>Ao todo, participaram do levantamento 3.517 profissionais de Medicina de todo o Brasil, que responderam ao question\u00e1rio por meio da ferramenta SurveyMonkey, entre os dias 21 e 31 de janeiro, favorecendo um retrato muito atual da avalia\u00e7\u00e3o desses indiv\u00edduos. A margem de erro \u00e9 de dois pontos percentuais.<\/p>\n<p>Estes m\u00e9dicos indicam, por exemplo, que h\u00e1 colegas de trabalho com sintomas preocupantes como: sensa\u00e7\u00e3o de sobrecarga (64%), estresse (62%), exaust\u00e3o f\u00edsica ou emocional (56%), ansiedade (56%), dist\u00farbios de sono (39%), dificuldade de concentra\u00e7\u00e3o (30%) e mudan\u00e7as bruscas de humor (29%).<\/p>\n<p>Muito disso pode ser atribu\u00eddo \u00e0 falta de m\u00e9dicos, enfermeiros e outros profissionais da Sa\u00fade, apontada por 44,8% dos respondentes como uma realidade nas unidades onde trabalham, o que tem ocorrido por conta da alta transmissibilidade da variante \u00d4micron. N\u00e3o \u00e0 toa, 87,3% dos m\u00e9dicos relatam que eles ou colegas do ambiente de trabalho tiveram Covid-19 nos \u00faltimos dois meses.<\/p>\n<p>\u201cMuito se fala sobre a \u00d4micron ser \u2018boazinha\u2019, mas ontem (2), batemos 900 mortes. Um n\u00famero que n\u00e3o pode ser desprezado. Os m\u00e9dicos est\u00e3o observando eles pr\u00f3prios ou colegas se contaminando e isso resulta em falta de m\u00e9dicos e profissionais da Sa\u00fade. O que nos leva aos m\u00e9dicos sentindo-se sobrecarregados, estressados, com dificuldades de concentra\u00e7\u00e3o e problemas de sono, sintomas terr\u00edveis para seu exerc\u00edcio. Isso significa que temos um grave comprometimento da sa\u00fade destes profissionais, com esgotamento f\u00edsico-emocional expressivo\u201d, sintetizou C\u00e9sar Eduardo Fernandes, presidente da AMB, durante a coletiva.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, 96,1% dos que atendem em locais que recebem pacientes com Covid-19 tamb\u00e9m observam tend\u00eancia de alta no n\u00famero de casos em algum grau. Quanto aos \u00f3bitos, a tend\u00eancia de alta \u00e9 apontada por 40,5%.<\/p>\n<p><strong>Sucesso da vacina\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Hoje, uma das (ainda poucas) certezas que temos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pandemia de Covid-19 \u00e9 a efetividade das vacinas, que representaram um grande avan\u00e7o no combate a esta situa\u00e7\u00e3o calamitosa. Esta \u00e9 a opini\u00e3o de Jos\u00e9 Luiz Gomes do Amaral, presidente da APM, que acredita que o Brasil caminhou muito bem na vacina\u00e7\u00e3o, apesar do desencontro de informa\u00e7\u00f5es e das\u00a0<em>fake news<\/em>\u00a0que s\u00e3o veiculadas.<\/p>\n<p>\u201cApesar de todos os contratempos, temos uma popula\u00e7\u00e3o com consci\u00eancia de que \u00e9 importante n\u00e3o apenas se vacinar, como concluir o esquema. Agora, sofremos uma pandemia grav\u00edssima dos n\u00e3o-vacinados. S\u00e3o principalmente esses que ocupam os leitos hospitalares, as unidades de terapia intensiva (UTIs) e as p\u00e1ginas dos obitu\u00e1rios\u201d, afirmou Amaral.<\/p>\n<p>Estas declara\u00e7\u00f5es v\u00e3o ao encontro da percep\u00e7\u00e3o identificada na pesquisa. Entre os profissionais da Medicina, 74% deles afirmaram que a ades\u00e3o \u00e0 vacina est\u00e1 sendo observada adequadamente pela popula\u00e7\u00e3o. Para efeito de compara\u00e7\u00e3o, a segunda medida mais bem aplicada pela sociedade, na vis\u00e3o dos m\u00e9dicos, \u00e9 a higiene das m\u00e3os com \u00e1gua e sab\u00e3o ou \u00e1lcool em gel, apontada por 40% dos respondentes.<\/p>\n<p>Na atua\u00e7\u00e3o destes profissionais, a vacina\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m tem alta preval\u00eancia. Apenas 0,2% dos m\u00e9dicos indicaram ter pacientes que recusam a imuniza\u00e7\u00e3o e 1,2% afirmaram que os seus pacientes tomaram apenas uma dose. Outros 17% acreditam que seus pacientes, apesar de terem tomado duas doses de vacina, n\u00e3o aderir\u00e3o ao refor\u00e7o. A maioria (81,6%), por\u00e9m, tem observado respeito ao esquema vacinal.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 vacina\u00e7\u00e3o infantil, os \u00edndices de otimismo s\u00e3o um pouco menores. Apenas 71,3% dos m\u00e9dicos pensam que os pais e respons\u00e1veis far\u00e3o as crian\u00e7as cumprirem todo o esquema vacinal. H\u00e1 quem pense que eles n\u00e3o conceder\u00e3o a imuniza\u00e7\u00e3o aos pequenos (12,2%) ou que o far\u00e3o apenas parcialmente (16,5%).<\/p>\n<p>Segundo o presidente da APM, esta \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o nova, j\u00e1 que o Brasil jamais conviveu com problemas de ades\u00e3o vacinal, mesmo entre crian\u00e7as. Na sua avalia\u00e7\u00e3o, este cen\u00e1rio atual ocorre, principalmente, por conta da circula\u00e7\u00e3o de not\u00edcias falsas e mal-intencionadas sobre o tema, que quando atingem as redes sociais, t\u00eam efeitos devastadores, fazendo com que muitos retrocedam.<\/p>\n<p>\u201cPenso que tudo tem de ser feito para colocar as vacinas como necess\u00e1rias para ir \u00e0s escolas e que os servi\u00e7os voltados \u00e0 seguran\u00e7a e \u00e0 prote\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a devem se mobilizar. A ideia de que a Covid-19 nas crian\u00e7as n\u00e3o representa riscos j\u00e1 caiu por terra. O n\u00famero de mortes nesta faixa et\u00e1ria \u00e9 absolutamente inaceit\u00e1vel\u201d, disse.<\/p>\n<p>Nesse sentido, C\u00e9sar Fernandes ressaltou a necessidade de o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade evitar discursos d\u00fabios. No caso espec\u00edfico da vacina\u00e7\u00e3o infantil, a pasta postergou a decis\u00e3o, por exemplo, fazendo consultas p\u00fablicas enquanto a Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) j\u00e1 havia aprovado as vacinas da Pfizer e, posteriormente, da Coronavac para crian\u00e7as entre 5 e 11 anos.<\/p>\n<p><strong>Condu\u00e7\u00e3o das autoridades \u00e9 desaprovada<\/strong><\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, inclusive, teve a sua atua\u00e7\u00e3o reprovada por metade dos m\u00e9dicos que responderam a pesquisa. Mais especificamente, as avalia\u00e7\u00f5es foram: p\u00e9ssima (34,5%), ruim (15%), regular (19,2%), boa (21,5%) e \u00f3tima (7,2%). Outros 2,6% preferiram n\u00e3o opinar.<\/p>\n<p>Para o presidente da AMB, esse n\u00famero expressivo demonstra que a pol\u00edtica de enfrentamento \u00e0 pandemia do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade n\u00e3o est\u00e1 encantando os m\u00e9dicos. \u201cVivemos em um Pa\u00eds extremamente dividido ideol\u00f3gica e politicamente, e muitos de n\u00f3s podemos nos deixar contaminar por vis\u00f5es pol\u00edticas e partid\u00e1rias. Proponho-me a respeitar todas elas, mas isso n\u00e3o deve interferir na gest\u00e3o da Sa\u00fade. Pol\u00edticas de Sa\u00fade devem ser de Estado, n\u00e3o de Governo, buscando sempre o melhor para a popula\u00e7\u00e3o. Interpreto esses n\u00fameros como uma desaprova\u00e7\u00e3o bastante enf\u00e1tica.\u201d<\/p>\n<p>J\u00e1 o presidente da APM afirmou que esta percep\u00e7\u00e3o negativa \u00e9 l\u00f3gica. Ele lembrou, primeiro, que \u00e9 esperado do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade que ofere\u00e7a \u00e0 sociedade informa\u00e7\u00f5es precisas. Apesar disso, a pasta convive com um apag\u00e3o de dados que j\u00e1 dura meses. Ademais, h\u00e1 falta de testes sistem\u00e1ticos e a compila\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise dos resultados \u00e9 problem\u00e1tica.<\/p>\n<p>Amaral tamb\u00e9m recordou que, a pedido do pr\u00f3prio Minist\u00e9rio, um grupo de not\u00f3rio saber e de credibilidade, especialistas em Covid-19, trabalhou durante meses para construir documentos com orienta\u00e7\u00f5es s\u00f3lidas para o enfrentamento da doen\u00e7a. Apesar disso, \u201cvimos o epis\u00f3dio grotesco de um secret\u00e1rio da pasta recusar os pontos de vista dessa comiss\u00e3o, da Anvisa e da Comiss\u00e3o Nacional de Incorpora\u00e7\u00e3o de Tecnologias no Sistema \u00danico de Sa\u00fade (Conitec). Portanto, dois anos passados de pandemia, o Minist\u00e9rio n\u00e3o \u00e9 capaz de oferecer recomenda\u00e7\u00f5es consistentes, apenas fragmentos de informa\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p>Falando sobre o papel do poder p\u00fablico nas campanhas de vacina\u00e7\u00e3o, o presidente da APM clamou para que o Minist\u00e9rio exer\u00e7a todas as medidas poss\u00edveis para convencer a popula\u00e7\u00e3o a tomar a vacina. \u201cSe tivermos que entrar em escolas, no trabalho, em um hospital, preciso ter meu passaporte de vacina\u00e7\u00e3o para oferecer seguran\u00e7a aos demais. Quando precisamos viajar, mostramos isso. Seria, portanto, fundamental que nossas autoridades de Sa\u00fade fossem coesas nessa dire\u00e7\u00e3o. E n\u00e3o encontramos isso.\u201d<\/p>\n<p><strong>Expectativas para o futuro<\/strong><\/p>\n<p>Os m\u00e9dicos tamb\u00e9m foram questionados sobre o que esperam em rela\u00e7\u00e3o ao prosseguimento da pandemia. H\u00e1 um pequeno grupo (11,5%) que pensa que a \u00d4micron seja a \u00faltima variante de preocupa\u00e7\u00e3o do Sars-CoV-2. Na outra extremidade, h\u00e1 quem pense (10,5%) que ainda surgir\u00e1 uma variante com grande n\u00famero de casos e alta letalidade. A maioria (57,1%), entretanto, espera que uma nova variante de preocupa\u00e7\u00e3o surja com grande n\u00famero de casos, mas baixa letalidade, enquanto 20,9% pensam que essa variante ir\u00e1 surgir, mas com n\u00fameros pequenos tanto de letalidade, quanto de casos.<\/p>\n<p>Para Jos\u00e9 Luiz Amaral, o futuro em rela\u00e7\u00e3o a novas variantes de aten\u00e7\u00e3o \u00e9 incerto. Ele entende que elas podem surgir nas \u201cduas extremidades\u201d \u2013 menos ou mais infecciosas e letais do que as antecedentes. \u201cEstamos, ent\u00e3o, trabalhando contra o tempo. Novas variantes de preocupa\u00e7\u00e3o poder\u00e3o surgir e os m\u00e9dicos t\u00eam isso na consci\u00eancia. Por isso, h\u00e1 uma sensa\u00e7\u00e3o de estarmos enxugando gelo e com a possibilidade de \u2018mais gelo\u2019 pela frente. Isso nos leva ao esgotamento e \u00e0 exaust\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>Acerca da fadiga dos profissionais, Fernandes comentou: \u201cA \u00fanica maneira de profissionais trabalharem com mais seguran\u00e7a e menos danos \u00e0 sa\u00fade f\u00edsica e emocional \u00e9 reduzindo o n\u00famero de casos. Se os n\u00fameros continuarem excessivos, haver\u00e1 comprometimento das equipes e precariedade do trabalho m\u00e9dico. Seria \u00f3bvio pedir que realoquem profissionais de outras unidades, mas praticamente n\u00e3o existe servi\u00e7o que esteja trabalho com conforto, todos est\u00e3o com car\u00eancia\u201d.<\/p>\n<p>Assim, o presidente da AMB entende que a \u00fanica maneira de mitigar essa situa\u00e7\u00e3o \u00e9 aumentando as medidas de preven\u00e7\u00e3o e acelerando a vacina\u00e7\u00e3o, com falas un\u00edssonas e bem dirigidas \u2013 sem\u00a0<em>fake news<\/em>\u00a0\u2013 sobre a import\u00e2ncia de m\u00e1scaras, vacina e isolamento. \u201cO Minist\u00e9rio n\u00e3o pode titubear. Praticando tudo isso, contribuir\u00e1 para a redu\u00e7\u00e3o dos casos e proteger\u00e1 n\u00e3o somente a popula\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m os m\u00e9dicos e profissionais da Sa\u00fade, que ter\u00e3o condi\u00e7\u00f5es de trabalho mais aceit\u00e1veis.\u201d<\/p>\n<p>A imensa maioria (84%) acredita que o papel social dos m\u00e9dicos n\u00e3o tem sido reconhecido por gestores e governos, nem convertendo-se em valoriza\u00e7\u00e3o e remunera\u00e7\u00e3o. Outros 14% pensam que esse reconhecimento ainda ocorrer\u00e1 e apenas 2% dizem testemunhar esse processo.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 otimismo tamb\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 administra\u00e7\u00e3o dos sistemas de Sa\u00fade daqui em diante. 69,3% dos m\u00e9dicos pensam que os gestores e autoridades n\u00e3o passar\u00e3o a tratar a \u00e1rea de forma mais profissional e priorit\u00e1ria, mesmo que a pandemia de Covid-19 tenha tornado agudas algumas de suas fragilidades hist\u00f3ricas. 12,4% pensam que isso ir\u00e1 ocorrer e 18,3% preferiram n\u00e3o opinar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina Com o aumento de casos de Covid-19, decorrente do avan\u00e7o da variante \u00d4micron, mais da metade (51%) dos m\u00e9dicos aponta clima de esgotamento e apreens\u00e3o entre os profissionais. 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