{"id":1650,"date":"2016-01-04T12:16:24","date_gmt":"2016-01-04T12:16:24","guid":{"rendered":"http:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/?p=1650"},"modified":"2016-01-04T14:24:17","modified_gmt":"2016-01-04T14:24:17","slug":"pesquisa-fez-comparativos-entre-os-setores-publico-e-privado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/2016\/01\/04\/pesquisa-fez-comparativos-entre-os-setores-publico-e-privado\/","title":{"rendered":"Pesquisa fez comparativos entre os setores p\u00fablico e privado"},"content":{"rendered":"<p>fonte: CFM<\/p>\n<p>O Instituto Datafolha tamb\u00e9m fez uma compara\u00e7\u00e3o entre o sistema p\u00fablico e o privado e, como era de se esperar, o \u00faltimo foi melhor avaliado. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 quantidade de leitos de UTI e para interna\u00e7\u00f5es, enquanto o SUS recebeu 9% das notas entre 8 a 10, este percentual no sistema suplementar foi de 48%. O tempo de espera para consultas, exames ou cirurgias foi avaliado positivamente por 9% dos usu\u00e1rios do SUS e por 49% entre \u00e0queles que t\u00eam plano de sa\u00fade. Os percentuais s\u00e3o de 13% e 54%, respectivamente, para a quantidade de m\u00e9dicos no SUS e na rede privada. <a href=\"http:\/\/portal.cfm.org.br\/images\/PDF\/datafolhaplanos15.pdf\" target=\"_blank\">ACESSE AQUI A \u00cdNTEGRA DA PESQUISA<\/a>.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 quantidade dos demais profissionais de sa\u00fade, 14% dos entrevistados deram nota de oito a dez para os n\u00fameros do SUS e 53% para os dos planos de sa\u00fade. J\u00e1 16% dos usu\u00e1rios do SUS consideraram como boa a quantidade de hospitais e de postos de sa\u00fade p\u00fablicos, contra 53% dos clientes dos planos. O \u00fanico item em que os dois sistemas t\u00eam \u00edndices parecidos foi o acesso ao medicamento, que foi considerado positivo por 22% dos usu\u00e1rios do SUS e por 28% dos clientes da assist\u00eancia privada.<\/p>\n<p>Para o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Carlos Vital, o \u00edndice de satisfa\u00e7\u00e3o dos usu\u00e1rios dos planos de sa\u00fade deveria ser total. \u201cSe levarmos em conta que eles atendem 25% da popula\u00e7\u00e3o e t\u00eam acesso a 53% dos recursos da sa\u00fade movimentados no Pa\u00eds, podemos afirmar que t\u00eam a obriga\u00e7\u00e3o de oferecer uma plenitude de satisfa\u00e7\u00e3o\u201d, argumenta.<\/p>\n<p>Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), em 10 de dezembro, corroboram o aumenta da participa\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias com gastos em sa\u00fade. Entre 2010 a 2013 a despesa per capita de fam\u00edlias e institui\u00e7\u00f5es sem fins lucrativos com sa\u00fade subiu cerca de 25%, de R$ 862,25 para R$ 1.162. J\u00e1 as despesas globais do governo com sa\u00fade permaneceram em torno de R$ 190 bilh\u00f5es, mesmo a popula\u00e7\u00e3o brasileira tendo aumento de 195.498 para 201.033 milh\u00f5es de habitantes. Segundo o IBGE, o principal gastos das fam\u00edlias, em 2013, foi com servi\u00e7os de sa\u00fade privados (incluindo planos de sa\u00fade), chegando a 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB), o equivalente a R$ 141,3 bilh\u00f5es. Com medicamentos, as fam\u00edlias gastaram o equivalente a 1,5% do PIB.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/imgdata5.jpg\" rel=\"lightbox[1650]\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1651\" src=\"http:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/imgdata5.jpg\" alt=\"imgdata5\" width=\"1490\" height=\"830\" srcset=\"https:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/imgdata5.jpg 1490w, https:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/imgdata5-300x167.jpg 300w, https:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/imgdata5-1024x570.jpg 1024w, https:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/imgdata5-600x334.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1490px) 100vw, 1490px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1652\" src=\"http:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/imgdata6.jpg\" alt=\"imgdata6\" width=\"1499\" height=\"728\" srcset=\"https:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/imgdata6.jpg 1499w, https:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/imgdata6-300x146.jpg 300w, https:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/imgdata6-1024x497.jpg 1024w, https:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/imgdata6-600x291.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1499px) 100vw, 1499px\" \/><\/p>\n<p><strong>Outras pesquisas tamb\u00e9m apontam insatisfa\u00e7\u00e3o com planos de sa\u00fade<\/strong> &#8211; A percep\u00e7\u00e3o negativa em rela\u00e7\u00e3o aos planos de sa\u00fade captada pela pesquisa do Instituto Datafolha\/CFM tamb\u00e9m foi detectada por outras institui\u00e7\u00f5es. Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) os planos de sa\u00fade lideraram as reclama\u00e7\u00f5es no \u00f3rg\u00e3o em 2014, superando os servi\u00e7os telef\u00f4nicos e banc\u00e1rios. Anualmente, o Idec publica o ranking de reclama\u00e7\u00f5es do ano anterior e, pela terceira vez consecutiva, as operadoras de sa\u00fade ficaram no topo da lista. Reajustes abusivos e negativas de coberturas s\u00e3o as reclama\u00e7\u00f5es mais frequentes.<\/p>\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina (APM) tamb\u00e9m divulgou em outubro deste ano uma pesquisa sobre a qualidade dos planos de sa\u00fade. De acordo com a sondagem, tamb\u00e9m realizada pelo Instituto Datafolha, 84% dos usu\u00e1rios da sa\u00fade suplementar no estado de S\u00e3o Paulo relataram ter enfrentado algum tipo de problema nos \u00faltimos dois anos. No ranking de reclama\u00e7\u00f5es, aparecem em primeiro lugar as queixas relacionadas ao pronto-atendimento\/pronto-socorro que correspondem a 80%. Em segundo, est\u00e3o as reclama\u00e7\u00f5es de consultas m\u00e9dicas (69%), seguida de exames e diagn\u00f3sticos (58%).<\/p>\n<p>A principal reclama\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos prontos-socorros \u00e9 a lota\u00e7\u00e3o do local de espera (73%). Em segundo lugar nas queixas, os pacientes relatam a demora no atendimento. Outro aspecto destacado \u00e9 a demora ou negativa para a realiza\u00e7\u00e3o dos procedimentos necess\u00e1rios (34%) e negativa de atendimento (11%). As interna\u00e7\u00f5es hospitalares tamb\u00e9m est\u00e3o entre as principais reclama\u00e7\u00f5es dos usu\u00e1rios, sendo que 51% relataram ter enfrentado dificuldades. Os principais problemas s\u00e3o as poucas op\u00e7\u00f5es de hospitais (43%) e a demora para conseguir autoriza\u00e7\u00e3o para interna\u00e7\u00e3o (23%).<\/p>\n<p>Os m\u00e9dicos tamb\u00e9m est\u00e3o insatisfeitos com as operadoras. Pesquisa divulgada em 2010 pela Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica Brasileira (AMB) e APM mostrou que numa escala de um a dez, os m\u00e9dicos brasileiros que atendiam por plano ou seguro de sa\u00fade deram nota cinco para as operadoras. Entre tipos de interfer\u00eancias praticadas pelos planos ou seguros sa\u00fade, os m\u00e9dicos apontaram principalmente as glosas de procedimentos ou medidas terap\u00eauticas (78%), a interfer\u00eancia no n\u00famero de exames e procedimento (75%), as restri\u00e7\u00f5es a doen\u00e7as pr\u00e9-existentes (70%) e a interfer\u00eancia em atos diagn\u00f3sticos e terap\u00eauticos mediante designa\u00e7\u00e3o de auditores (70%). Os dados n\u00e3o devem ter mudado nos \u00faltimos cinco anos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: CFM O Instituto Datafolha tamb\u00e9m fez uma compara\u00e7\u00e3o entre o sistema p\u00fablico e o privado e, como era de se esperar, o \u00faltimo foi melhor avaliado. 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