{"id":4369,"date":"2017-10-30T13:14:53","date_gmt":"2017-10-30T13:14:53","guid":{"rendered":"http:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/?p=4369"},"modified":"2017-11-08T10:04:15","modified_gmt":"2017-11-08T10:04:15","slug":"vontade-de-fazer-o-bem-motiva-a-escolha-da-profissao-medica-dizem-recem-egressos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/2017\/10\/30\/vontade-de-fazer-o-bem-motiva-a-escolha-da-profissao-medica-dizem-recem-egressos\/","title":{"rendered":"Vontade de fazer o bem motiva a escolha da profiss\u00e3o m\u00e9dica, dizem rec\u00e9m-egressos"},"content":{"rendered":"<p>fonte: CFM<\/p>\n<p>O que leva uma pessoa a escolher a medicina como profiss\u00e3o? Para 63,5% dos m\u00e9dicos jovens, rec\u00e9m-graduados nas universidades brasileiras, essa decis\u00e3o foi pautada pela vontade de fazer o bem. Entre outros motivos que justificam a decis\u00e3o aparecem, respectivamente, o interesse pelo organismo humano e o processo que leva ao seu adoecimento (54,5% das respostas) e o estabelecimento da rela\u00e7\u00e3o m\u00e9dico-paciente (41,5%). Esse foi um dos t\u00f3picos avaliados em pesquisa do Conselho Federal de Medicina (CFM).<\/p>\n<p>O trabalho, que contou com o apoio da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) e do Conselho Regional de Medicina do Estado de S\u00e3o Paulo (Cremesp), buscou avaliar diferentes percep\u00e7\u00f5es dos egressos sob aspectos da vida profissional e sua rela\u00e7\u00e3o com a medicina. Os dados foram coletados entre setembro de 2014 e outubro de 2015. Nesse intervalo, todos os que se inscreveram nos CRMs foram convidados a responder um question\u00e1rio espec\u00edfico.<\/p>\n<p>No total, foram validados 4.601 question\u00e1rios, em um universo de 16.323 m\u00e9dicos inscritos nos CRMs no per\u00edodo. Um dos pontos que se destacou, ap\u00f3s a an\u00e1lise dos dados, foi a constata\u00e7\u00e3o de que essa popula\u00e7\u00e3o de profissionais manifesta um forte esp\u00edrito humanista no momento em que se habilita, formalmente, para o ingresso no mercado de trabalho. Outro aspecto que chamou a aten\u00e7\u00e3o foi a maneira como os m\u00e9dicos jovens enxergam a rede p\u00fablica.<\/p>\n<p>Para 46,7% dos entrevistados, caso as condi\u00e7\u00f5es de trabalho, remunera\u00e7\u00e3o e extens\u00e3o de jornada fossem equivalentes em servi\u00e7os do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) e particulares ou de planos de sa\u00fade, a op\u00e7\u00e3o seria atuar exclusivamente na rede p\u00fablica. Na avalia\u00e7\u00e3o de 41% dos respondentes, o modelo de emprego seria indiferente. Apenas 12,2% optariam pelo setor privado.<\/p>\n<p>Esse resultado demonstra a influ\u00eancia que o ambiente no qual o m\u00e9dico se insere tem na hora de manifestar suas op\u00e7\u00f5es profissionais. Os percentuais tamb\u00e9m dialogam com os dados da demografia m\u00e9dica, outro estudo tamb\u00e9m organizado pelo CFM, em 2015. Nele, foram ouvidos 2.400 m\u00e9dicos brasileiros, de diferentes idades e momentos da carreira, e constatou-se que 58,2% deles atuariam no setor p\u00fablico, caso fossem oferecidas as mesmas condi\u00e7\u00f5es de trabalho da iniciativa privada.<\/p>\n<p>De acordo com o presidente do CFM, os problemas que afetam o sistema p\u00fablico, os quais t\u00eam sido denunciados pela autarquia, devem ser solucionados pelos gestores do SUS. Na sua avalia\u00e7\u00e3o, a cria\u00e7\u00e3o de uma carreira de Estado para o m\u00e9dico seria uma solu\u00e7\u00e3o para esse problema, pois asseguraria remunera\u00e7\u00e3o adequada aos profissionais e ainda exigiria que o Poder P\u00fablico oferecesse infraestrutura de trabalho e acesso \u00e0 forma\u00e7\u00e3o continuada. &#8220;A implanta\u00e7\u00e3o efetiva dessa proposta, que est\u00e1 pronta para ser votada na C\u00e2mara dos Deputados, beneficia os m\u00e9dicos, a popula\u00e7\u00e3o e at\u00e9 os gestores&#8221;, ressaltou Carlos Vital.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: CFM O que leva uma pessoa a escolher a medicina como profiss\u00e3o? Para 63,5% dos m\u00e9dicos jovens, rec\u00e9m-graduados nas universidades brasileiras, essa decis\u00e3o foi pautada pela vontade de fazer o bem. 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