{"id":7165,"date":"2019-04-25T10:16:23","date_gmt":"2019-04-25T10:16:23","guid":{"rendered":"http:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/?p=7165"},"modified":"2019-04-26T13:01:37","modified_gmt":"2019-04-26T13:01:37","slug":"cortinas-de-leitos-de-hospitais-sao-ninhos-de-bacterias-afirma-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/2019\/04\/25\/cortinas-de-leitos-de-hospitais-sao-ninhos-de-bacterias-afirma-estudo\/","title":{"rendered":"Cortinas de leitos de hospitais s\u00e3o ninhos de bact\u00e9rias, afirma estudo"},"content":{"rendered":"<p>fonte: Correio Braziliense<\/p>\n<div>As cortinas que separam os leitos dos pacientes em muitos hospitais servem para proteger sua privacidade, mas podem amea\u00e7ar sua sa\u00fade: geralmente carregam bact\u00e9rias resistentes que podem contaminar os doentes, de acordo com um estudo divulgado nesta sexta-feira (12\/4).<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Ao todo, 1.500 amostras deste tipo de cortina foram coletadas para este estudo, e bact\u00e9rias multirresistentes foram detectadas em mais de uma em cada cinco. Frequentemente, os pacientes carregavam as mesmas bact\u00e9rias detectadas na cortina.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8220;Esses agentes patog\u00eanicos podem sobreviver nessas cortinas e, potencialmente, migrar para outras superf\u00edcies e para pacientes. \u00c0 medida que essas cortinas s\u00e3o usadas em todos os lugares, \u00e9 um problema global&#8221;, disse uma das autoras do estudo, Lona Mody, m\u00e9dica e pesquisadora da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Os resultados deste estudo, a serem publicados em breve em uma revista m\u00e9dica, ser\u00e3o apresentados no Congresso Europeu de Microbiologia Cl\u00ednica e Doen\u00e7as Infecciosas, que acontece de s\u00e1bado a ter\u00e7a-feira em Amsterd\u00e3.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O estudo se concentrou em seis centros de enfermagem em Michigan. No total, os pesquisadores coletaram 1.500 amostras em cortinas de 625 quartos: primeiro, durante a interna\u00e7\u00e3o dos pacientes, depois periodicamente, at\u00e9 seis meses depois, no caso de uma estada prolongada.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Amostras foram retiradas da borda das cortinas, onde s\u00e3o mais frequentemente tocadas. Resultado: 22% dessas amostras foram positivas para bact\u00e9rias multirresistentes. Quase 14% estavam contaminadas com enterococos resistentes \u00e0 vancomicina; mais de 6%, com bact\u00e9rias gram-negativas resistentes; e cerca de 5%, com staphylococcus aureus resistente \u00e0 meticilina, bact\u00e9rias potencialmente mortais.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Em quase 16% dos casos, os pacientes tinham as mesmas bact\u00e9rias que a cortina de onde estava internado. E cada vez que os pacientes tinham enterococos resistentes \u00e0 vancomicina e staphylococcus aureus resistente \u00e0 meticilina, sua cortina, tamb\u00e9m.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Segundo o estudo, as bact\u00e9rias provavelmente passaram do paciente para a cortina, mas o inverso \u00e9 &#8220;certamente poss\u00edvel&#8221;, disse Mody \u00e0 AFP. Ela acredita que mais estudos s\u00e3o necess\u00e1rios para determinar se essas cortinas s\u00e3o realmente uma fonte de contamina\u00e7\u00e3o bacteriana para os pacientes.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8220;N\u00f3s percebemos cada vez mais que o ambiente hospitalar desempenha um papel importante na transmiss\u00e3o de pat\u00f3genos&#8221;, acrescentou. &#8220;As cortinas s\u00e3o frequentemente tocadas com as m\u00e3os sujas e s\u00e3o dif\u00edceis de desinfectar&#8221;, explica.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8220;As pr\u00e1ticas variam de hospital para hospital, mas muitas vezes essas cortinas s\u00e3o mudadas a cada seis meses, ou quando est\u00e3o visivelmente sujas&#8221;, acrescentou.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: Correio Braziliense As cortinas que separam os leitos dos pacientes em muitos hospitais servem para proteger sua privacidade, mas podem amea\u00e7ar sua sa\u00fade: geralmente carregam bact\u00e9rias resistentes que podem contaminar os doentes, de acordo com um estudo divulgado nesta sexta-feira (12\/4). 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