{"id":7793,"date":"2019-08-12T10:15:05","date_gmt":"2019-08-12T10:15:05","guid":{"rendered":"http:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/?p=7793"},"modified":"2019-08-14T10:22:49","modified_gmt":"2019-08-14T10:22:49","slug":"formacao-em-colapso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/2019\/08\/12\/formacao-em-colapso\/","title":{"rendered":"Forma\u00e7\u00e3o em colapso"},"content":{"rendered":"<p>fonte: Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina<\/p>\n<p>Desde o n\u00famero de m\u00e9dicos em atividade, passando pela enorme quantidade de escolas em funcionamento, at\u00e9 a insufici\u00eancia de vagas de resid\u00eancia: a educa\u00e7\u00e3o m\u00e9dica est\u00e1 em crise. Muito disso ocorre por conta da Lei do Mais M\u00e9dicos, que autorizou a abertura de dezenas de escolas e instituiu obrigatoriedades de equipara\u00e7\u00e3o no n\u00famero de vagas nas especializa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Cleusa Cascaes Dias, diretora da 6a Distrital da Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina (APM), entende que esse debate passa necessariamente pela an\u00e1lise da abertura indiscriminada de escolas m\u00e9dicas nas \u00faltimas d\u00e9cadas, associada ao aumento no n\u00famero de vagas nas j\u00e1 existentes, sem a correspondente qualifica\u00e7\u00e3o do corpo docente e condi\u00e7\u00f5es estruturais m\u00ednimas, como laborat\u00f3rios e hospital-escola.<\/p>\n<p>A defici\u00eancia na contrata\u00e7\u00e3o de professores pela grande maioria das faculdades abertas recentemente \u00e9 tamb\u00e9m uma observa\u00e7\u00e3o de Akira Ishida, vice-presidente da APM. \u201cN\u00e3o se deve empregar um docente de Medicina por hora\/aula. Al\u00e9m da parte humana deficiente, muitas institui\u00e7\u00f5es n\u00e3o t\u00eam infraestrutura. Em busca de solu\u00e7\u00e3o, alugam e fazem conv\u00eanios com\u00a0determinados hospitais\u201d, declara Ishida em entrevista que pode ser lida na p\u00e1gina 22 desta edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cOs m\u00e9dicos formados se deparam com um mercado de trabalho ca\u00f3tico e, muitas vezes, n\u00e3o conseguem se especializar, pois n\u00e3o h\u00e1 vaga de resid\u00eancia para todos os egressos das escolas. S\u00e3o urgentes a manuten\u00e7\u00e3o da morat\u00f3ria de abertura de novos cursos e a reestrutura\u00e7\u00e3o de um modelo nacional de avalia\u00e7\u00e3o externa, contemplando as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC), de forma\u00e7\u00e3o do aluno e de qualifica\u00e7\u00e3o do egresso\u201d, resume Cleusa.<\/p>\n<p><strong>Mais e mais escolas<\/strong><br \/>\nAtualmente, s\u00e3o 337 as faculdades de Medicina em funcionamento no Brasil, que juntas oferecem cerca de 35 mil vagas de 1o ano. Deste universo, 65 escolas est\u00e3o no estado de S\u00e3o Paulo, com mais de 7 mil vagas para ingressantes. Em cerca de 15 anos, o n\u00famero de m\u00e9dicos praticamente triplicar\u00e1: sair\u00e1 dos atuais 450 mil para aproximadamente 1,5 milh\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo dados do portal Escolas M\u00e9dicas do Brasil, criado e coordenado pelo m\u00e9dico Antonio Celso Nunes Nassif, o Pa\u00eds est\u00e1 na segunda coloca\u00e7\u00e3o mundial\u00a0em termos de n\u00famero bruto de escolas, perdendo apenas para a \u00cdndia, que tem 392 faculdades de Medicina, e estando muito \u00e0 frente dos pr\u00f3ximos colocados &#8211; Estados Unidos (184) e China (158).<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre popula\u00e7\u00e3o e escolas m\u00e9dicas no Brasil \u00e9 de 598 mil pessoas a cada faculdade, uma diferen\u00e7a brutal na compara\u00e7\u00e3o com pa\u00edses desenvolvidos: 2,21 milh\u00f5es de pessoas\/escola na Alemanha, 1,95 milh\u00e3o no Reino Unido, 1,72 milh\u00e3o nos Estados Unidos, 1,59 milh\u00e3o no Jap\u00e3o e 1,33 milh\u00e3o na Fran\u00e7a. Na \u00cdndia, que tem quase a mesma\u00a0quantidade de escolas que o Brasil, mas popula\u00e7\u00e3o cerca de seis vezes maior, a rela\u00e7\u00e3o resulta em 3,08 milh\u00f5es de pessoas por escola m\u00e9dica.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Luiz Gomes do Amaral, presidente da APM, entende que essa situa\u00e7\u00e3o \u00e9 catastr\u00f3fica e considera irrespons\u00e1vel a abertura de escolas de Medicina no Brasil. \u201cO n\u00famero de faculdades \u00e9 algo sem paralelo no mundo. A maior parte n\u00e3o tem condi\u00e7\u00f5es suficientes para formar um m\u00e9dico adequadamente e as consequ\u00eancias disso podem ser grav\u00edssimas para a sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o\u201d, avalia.<\/p>\n<p>\u00c9 importante observar que hoje, segundo a Demografia M\u00e9dica no Brasil, a raz\u00e3o de m\u00e9dicos por mil habitantes no Pa\u00eds \u00e9 de 2,18. E a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) recomenda um profissional a cada mil habitantes. O problema brasileiro, portanto, est\u00e1 na distribui\u00e7\u00e3o dos m\u00e9dicos, e n\u00e3o na falta deles. H\u00e1 capitais com mais de 12 m\u00e9dicos por mil habitantes \u2013 como Vit\u00f3ria, no Esp\u00edrito Santo \u2013 e regi\u00f5es do interior do Nordeste com valores inferiores a um m\u00e9dico por mil habitantes.<\/p>\n<p><strong>Exame de ordem<\/strong><br \/>\nDado esse quadro assustador de m\u00e9dicos que saem de faculdades inadequadas, urge o estabelecimento de ferramentas que possam avalia-los e manter aqueles sem preparo longe do atendimento da popula\u00e7\u00e3o. A Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina, por exemplo, sempre defendeu uma avalia\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria dos egressos, al\u00e9m de testes de progresso durante a gradua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Essa realidade, por\u00e9m, parece cada vez mais distante. No fim de 2018, o Conselho Nacional de Sa\u00fade (CNS) expressou manifesta\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de uma prova nesse modelo. O \u00f3rg\u00e3o tamb\u00e9m levou em considera\u00e7\u00e3o a posi\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de\u00a0Educa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica (Abem), que \u00e0 \u00e9poca dizia que o exame final n\u00e3o garantiria boa qualidade de forma\u00e7\u00e3o e que o car\u00e1ter terminal penalizaria estudantes, entre outros argumentos.<\/p>\n<p>Jorge Carlos Machado Curi, vice-presidente da APM, pensa que uma boa f\u00f3rmula de avalia\u00e7\u00e3o seria um exame ao fim do primeiro ciclo, um no 4o ano, e outro no final do internato, ao 6o ano. \u201cIsso feito paralelamente a uma morat\u00f3ria de abertura de faculdades e \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o das existentes\u201d, argumenta.<\/p>\n<p>Segundo Curi, j\u00e1 houve iniciativas para tornar lei o exame de egressos. \u201cHavia um Projeto de Lei do senador Pedro Chaves, com um substitutivo do ex-senador e atual governador de Goi\u00e1s, Ronaldo Caiado, que acabou n\u00e3o avan\u00e7ando. Seria interessante desarquivar este projeto ou estabelecer algum novo nesse sentido\u201d, diz.<\/p>\n<p>Renato Azevedo Junior, diretor Social da APM, milita por esta causa h\u00e1 15 anos. Para ele, \u00e9 essencial que o exame de profici\u00eancia seja consolidado. \u201cO Exame do Cremesp cobra conhecimentos b\u00e1sicos e pede 60% de acerto, mas h\u00e1 pessoas que n\u00e3o acertam nem 20% da prova e o Conselho \u00e9 obrigado a registra-las como m\u00e9dicos. N\u00e3o podemos continuar\u00a0assim. Se n\u00e3o passou, defendo que retorne \u00e0 faculdade e fique mais um ano estudando, por conta da escola, antes de tentar novamente\u201d, argumenta.<\/p>\n<p>O Exame do Cremesp \u00e9 uma experi\u00eancia para os graduandos que come\u00e7ou em 2005 e, ano ap\u00f3s ano, apresentou resultados assustadores, com reprova\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 50%. A prova \u00e9 realizada em parceria com a Funda\u00e7\u00e3o Carlos Chagas e \u00e9 composta de exerc\u00edcios de complexidade e dificuldade m\u00e9dia para baixa, nas \u00e1reas de Cl\u00ednica M\u00e9dica, Cl\u00ednica Cir\u00fargica, Pediatria, Ginecologia, Obstetr\u00edcia, Sa\u00fade P\u00fablica e Epidemiologia, Sa\u00fade Mental, Bio\u00e9tica e Ci\u00eancias B\u00e1sicas.<\/p>\n<p>Entre os erros b\u00e1sicos da \u00faltima edi\u00e7\u00e3o que mais chamaram aten\u00e7\u00e3o: 80% dos formados n\u00e3o souberam interpretar um exame de radiografia e erraram a conduta terap\u00eautica de paciente idoso; 78% n\u00e3o souberam interpretar o tipo de pesquisa cient\u00edfica e a relev\u00e2ncia para a indica\u00e7\u00e3o de novos tratamentos; 76% n\u00e3o souberam indicar qual medica\u00e7\u00e3o antipsic\u00f3tica est\u00e1 associada a maior ganho de peso; 75% n\u00e3o souberam identificar as principais caracter\u00edsticas e conduta a ser tomada no caso de paciente com defici\u00eancia respirat\u00f3ria; e 71% n\u00e3o acertaram diagn\u00f3stico e tratamento para hipoglicemia de rec\u00e9m-nascido, problema comum nos beb\u00eas.<\/p>\n<p>A experi\u00eancia foi consolidada em S\u00e3o Paulo, sendo eventualmente exigida por algumas institui\u00e7\u00f5es para que os m\u00e9dicos ingressem em programas de resid\u00eancia m\u00e9dica. As faculdades tamb\u00e9m\u00a0reconhecem a import\u00e2ncia da iniciativa. E ainda passou a ser adotada, em modelos bastante semelhantes, pelos Conselhos Regionais de Goi\u00e1s e Rond\u00f4nia.<\/p>\n<p><strong>Revalida\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nOutro problema que assola a sa\u00fade brasileira: profissionais formados no exterior atuando no Pa\u00eds sem a devida revalida\u00e7\u00e3o de diplomas. Mesmo com a sa\u00edda dos cubanos que vieram pela Lei do Mais M\u00e9dicos, o problema persiste. Isso porque muitos brasileiros est\u00e3o se formando em pa\u00edses como Bol\u00edvia, Argentina e Paraguai, normalmente em cidades fronteiri\u00e7as, e encontrado maneiras de dispensar a obrigatoriedade do Revalida. O principal mecanismo \u00e9 a transfer\u00eancia para faculdades brasileiras.<\/p>\n<p>Diante deste cen\u00e1rio, multiplicam-se na internet guias e grupos de estudantes interessados em voltar do exterior ao Brasil por meio das transfer\u00eancias. Assim, surge um fil\u00e3o de neg\u00f3cios: os cursos preparat\u00f3rios. E recentemente, o Estad\u00e3o teve acesso \u00e0 minuta de uma nova portaria do MEC que deve autorizar que faculdades particulares sejam respons\u00e1veis por parte do processo de revalida\u00e7\u00e3o de diplomas de m\u00e9dicos formados no exterior, estabelecendo assim mais um balc\u00e3o de neg\u00f3cios.<\/p>\n<p>Uma possibilidade para mitigar a quest\u00e3o seria um cadastro dos alunos de Medicina ainda no 1o ano, nos Conselhos Federal e Estaduais. Assim, as entidades poderiam ao menos monitorar quem foram os m\u00e9dicos que entraram em seus quadros posteriormente.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de burlar o sistema oficial de revalida\u00e7\u00e3o, estas escolas t\u00eam qualidade muito duvidosa. A maioria n\u00e3o tem condi\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o, estrutura ou hospital-escola, mas oferecem muitas vagas todos os anos. O cen\u00e1rio, portanto, \u00e9 de classes com docentes despreparados e muitos alunos, que depois se tornar\u00e3o m\u00e9dicos mal formados que atender\u00e3o a popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>\u201cExiste um lobby do estudante vir de um pa\u00eds como Bol\u00edvia ou Paraguai, por exemplo, no 5o ano e ingressar em uma faculdade brasileira, pulando a revalida\u00e7\u00e3o de diplomas. H\u00e1 anos, o Governo tentou inibir isso, at\u00e9 fechando algumas vagas em faculdades \u2013 o que foi revertido. H\u00e1 muitas escolas em S\u00e3o Paulo se prestando a isso. \u00c9 um \u2018passa-moleque\u2019 no Revalida\u201d, conclui Jorge Curi.<\/p>\n<p><strong>337<\/strong>\u00a0Escolas M\u00e9dicas est\u00e3o em funcionamento atualmente<br \/>\n<strong>65<\/strong>\u00a0delas no estado de S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p><strong><br \/>\nExpectativa de m\u00e9dicos em atividade em 15 anos<\/strong><br \/>\n<strong>450 mil &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;3x&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;1,5 milh\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Excessos<\/strong><br \/>\nA rela\u00e7\u00e3o entre popula\u00e7\u00e3o e escolas m\u00e9dicas no Brasil \u00e9 de 598 mil pessoas a cada faculdade<\/p>\n<p><strong>Top 5<\/strong><br \/>\n<strong>Pa\u00edses com mais Escolas M\u00e9dicas<\/strong><\/p>\n<p><strong>#Pa\u00eds\u00a0<\/strong>\u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0<strong>Escolas<\/strong><br \/>\n<strong>1o\u00a0\u00cdndia\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 392\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0<\/strong><br \/>\n<strong>2o Brasil\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 337<\/strong><br \/>\n<strong>3o Estados Unidos\u00a0 \u00a0 \u00a0184<\/strong><br \/>\n<strong>4o China\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 158<\/strong><br \/>\n<strong>5o Paquist\u00e3o\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 96<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u201cOs m\u00e9dicos rec\u00e9mformados se deparam com um mercado de trabalho ca\u00f3tico e, muitas vezes, n\u00e3o conseguem se especializar, pois n\u00e3o h\u00e1 vaga de resid\u00eancia para todos\u201d<\/em><\/strong><br \/>\n<strong>Cleusa Cascaes Dias<\/strong><\/p>\n<p><strong>50%<\/strong>\u00a0\u00e9 a m\u00e9dia de reprova\u00e7\u00e3o no exame do Cremesp<br \/>\n<strong>80%<\/strong>\u00a0n\u00e3o souberam interpretar um Raio-X na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong><em>\u201cExiste um lobby do estudante vir de faculdades das fronteiras, por exemplo no 5\u00ba ano, e ingressar em uma escola brasileira, pulando a revalida\u00e7\u00e3o de diplomas\u201d<\/em><\/strong><br \/>\n<strong>Jorge Carlos Machado Curi<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina Desde o n\u00famero de m\u00e9dicos em atividade, passando pela enorme quantidade de escolas em funcionamento, at\u00e9 a insufici\u00eancia de vagas de resid\u00eancia: a educa\u00e7\u00e3o m\u00e9dica est\u00e1 em crise. 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