{"id":879,"date":"2015-07-06T13:48:39","date_gmt":"2015-07-06T13:48:39","guid":{"rendered":"http:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/?p=879"},"modified":"2015-07-06T14:02:41","modified_gmt":"2015-07-06T14:02:41","slug":"cfm-e-abem-lancam-novo-sistema-de-avaliacao-de-cursos-no-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/2015\/07\/06\/cfm-e-abem-lancam-novo-sistema-de-avaliacao-de-cursos-no-pais\/","title":{"rendered":"CFM e Abem lan\u00e7am novo sistema de avalia\u00e7\u00e3o de cursos no Pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-831 size-full\" src=\"http:\/\/sobedrj.com.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/cfm_2.png\" alt=\"cfm_2\" width=\"263\" height=\"120\" \/>fonte: CFM<\/p>\n<p>Escolas m\u00e9dicas de todo o Brasil poder\u00e3o aderir a um modelo implementado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Educa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica (Abem) que ajudar\u00e1 a identificar cursos de Medicina (p\u00fablicos e privados) que est\u00e3o atentos \u00e0s exig\u00eancias m\u00ednimas para a forma\u00e7\u00e3o dos futuros profissionais. O Sistema de Acredita\u00e7\u00e3o de Escolas M\u00e9dicas (Saeme) dever\u00e1 atingir, no primeiro ano, 20 institui\u00e7\u00f5es de ensino do Pa\u00eds. Elas s\u00e3o volunt\u00e1rias, provenientes de diferentes regi\u00f5es e com tipos distintos de estatutos jur\u00eddicos, tempo de exist\u00eancia e m\u00e9todos de ensino.<\/p>\n<p>Nesta primeira etapa, que come\u00e7a em outubro, dez cursos ser\u00e3o p\u00fablicos e dez cursos privados. A sele\u00e7\u00e3o das escolas ser\u00e1 proporcional \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o regional, sendo seis do Sudeste, quatro do Nordeste, quatro do Sul, tr\u00eas do Centro-Oeste e outros tr\u00eas do Norte. As primeiras visitas devem ocorrer entre novembro e dezembro, com expectativa de divulga\u00e7\u00e3o at\u00e9 o primeiro trimestre de 2016. Nos anos seguintes, ser\u00e1 iniciado o processo de acredita\u00e7\u00e3o propriamente dito.<\/p>\n<p>\u201cOs n\u00fameros atuais apontam a exist\u00eancia de 252 cursos de medicina, que, por ano, oferecem vagas para 22.778 novos estudantes. H\u00e1 ainda outros a serem autorizados pelo governo sem a observa\u00e7\u00e3o de par\u00e2metros essenciais para o seu funcionamento. N\u00e3o tenho d\u00favidas de que algo consistente precisa ser feito para a sociedade n\u00e3o ficar \u00e0 merc\u00ea de pol\u00edticas de interesses menores e de influ\u00eancias empresariais. O Saeme ser\u00e1 um processo de ades\u00e3o e estou convicto de que o CFM possui cr\u00e9dito social e a Abem possui capilaridade para exercerem e qualificarem o trabalho\u201d, frisou o presidente do CFM, Carlos Vital.<\/p>\n<p>A iniciativa, que nasceu no \u00e2mbito da Comiss\u00e3o Independente de Avalia\u00e7\u00e3o de Escolas M\u00e9dicas, coordenada pelo 1\u00ba vice-presidente do CFM, Mauro Luiz de Britto Ribeiro, come\u00e7a a ser aplicado ainda em 2015. A meta \u00e9 que esteja plenamente implantado em tr\u00eas anos. A assinatura do conv\u00eanio para o in\u00edcio das atividades aconteceu no dia 19 de junho, durante sess\u00e3o Plen\u00e1ria do CFM, em Bras\u00edlia (DF).<\/p>\n<p>Para os envolvidos, o Saeme nasce como um instrumento que promove maior participa\u00e7\u00e3o da comunidade cient\u00edfica e da sociedade para o desenvolvimento de uma vis\u00e3o cr\u00edtica sobre a qualidade dos cursos de medicina no Brasil. \u201cO Saeme era um sonho da comunidade acad\u00eamica. Eu estou muito feliz com essa iniciativa, n\u00e3o s\u00f3 enquanto m\u00e9dico, professor e presidente da Abem, mas como cidad\u00e3o\u201d, declarou o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Educa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica (Abem), Sigisfredo Luis Brenelli.<\/p>\n<p>Os professores da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (FMUSP), Milton de Arruda Martins e Patricia Zen Tempski, explicaram que a ideia o Saeme seja totalmente independente dos governos federal, estadual ou municipal. \u201cA avalia\u00e7\u00e3o externa dos cursos de medicina \u00e9 um componente fundamental para aferir qualidade e desenvolver excel\u00eancia na oferta de ensino. O modelo de avalia\u00e7\u00e3o exclusivamente estatal do Brasil \u00e9 uma exce\u00e7\u00e3o no mundo desenvolvido\u201d, destacou Arruda, que \u00e9 coordenador t\u00e9cnico da proposta.<\/p>\n<p><strong>Apenas cursos que atendem requisitos ser\u00e3o acreditados<\/strong>\u00a0 &#8211; \u201cUm curso de medicina ser\u00e1 acreditado pelo CFM e Abem, por meio do Saeme, quando demonstrar que possui os requisitos necess\u00e1rios para a forma\u00e7\u00e3o de m\u00e9dicos de acordo com o estabelecido por essas entidades\u201d, explica Milton de Arruda Martins, professor titular de Cl\u00ednica M\u00e9dica da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (FMUSP) e coordenador do grupo t\u00e9cnico respons\u00e1vel pelo Sistema.<\/p>\n<p>Dentro da proposta rec\u00e9m-lan\u00e7ada, a acredita\u00e7\u00e3o \u00e9 o reconhecimento formal da qualidade de servi\u00e7os oferecidos por uma institui\u00e7\u00e3o, baseado em avalia\u00e7\u00e3o padronizada por um organismo independente, comprovando que o curso atende a requisitos previamente definidos e que tem compet\u00eancia para realizar seu papel de modo eficaz e seguro. O entendimento foi consolidado ap\u00f3s an\u00e1lises de modelos similares e de um vasto escopo de refer\u00eancias t\u00e9cnicas e te\u00f3ricas.<\/p>\n<p>O Saeme \u00e9 baseado em trabalho desenvolvido por um grupo de pesquisa, coordenado pelos professores Patricia Tempski e Milton de Arruda Martins, que elaborou um instrumento e um roteiro para avaliar os cursos de medicina no Brasil. Na pr\u00e1tica, ser\u00e3o observados aspectos dentro de cada institui\u00e7\u00e3o de ensino, como seu contexto e pol\u00edtica institucional, projeto pedag\u00f3gico, programa educacional, corpo docente e discente e infraestrutura.<\/p>\n<p>Na fase de testes, esse modelo j\u00e1 foi aplicado em oito cursos de medicina, sendo que os resultados validaram as possibilidades positivas de sua aplica\u00e7\u00e3o no Pa\u00eds. \u201c\u00c9 um processo de avalia\u00e7\u00e3o que utiliza os conceitos de sufici\u00eancia e insufici\u00eancia, n\u00e3o sendo classificat\u00f3rio. Nosso projeto permite ainda identifica\u00e7\u00e3o de \u00e1reas ou aspectos de excel\u00eancia educacional e de \u00e1reas que necessitem de aprimoramento\u201d, enfatiza Milton Arruda.<\/p>\n<p>A proposta compreende uma etapa de preenchimento on-line de question\u00e1rio, seguida de an\u00e1lise destes dados e visita ao curso de medicina Confira abaixo o passo a passo:<\/p>\n<table border=\"1\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><strong>As etapas do processo de acredita\u00e7\u00e3o do Saeme<br \/>\n<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><strong>Plataforma on-line<\/strong>: O preenchimento do instrumento \u00e9 realizado on-line, em plataforma eletr\u00f4nica com a participa\u00e7\u00e3o do corpo<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><strong>Itens analisados<\/strong>: O instrumento traz cinco dimens\u00f5es: gest\u00e3o educacional, programa educacional, corpo docente, corpo discente e infraestrutura. Estas dimens\u00f5es se apresentam em indicadores aos quais se responde com os conceitos de suficiente ou insuficiente<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\u00a0<strong>Manual para preenchimento<\/strong>: O processo de avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00e3o importante quanto o instrumento proposto, por isso foi elaborado um roteiro de aplica\u00e7\u00e3o para ele. O roteiro traz orienta\u00e7\u00f5es para a implementa\u00e7\u00e3o do processo de autoavalia\u00e7\u00e3o, para a visita externa e sobre a elabora\u00e7\u00e3o da devolutiva<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><strong>Visita<\/strong>: Ap\u00f3s finaliza\u00e7\u00e3o das respostas, o comit\u00ea t\u00e9cnico examina o material e elege tr\u00eas avaliadores para visita de tr\u00eas dias \u00e0 escola m\u00e9dica. Na visita, o grupo emite seu parecer que \u00e9 validado pelo comit\u00ea t\u00e9cnico. Em conjunto, elaboram a devolutiva<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><strong>An\u00e1lise<\/strong>: A an\u00e1lise \u00e9 realizada primeiramente por tr\u00eas avaliadores e depois por um comit\u00ea t\u00e9cnico, que garantem\u00a0 a devolutiva<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><strong>Resultado<\/strong>: Ao final do processo, a comiss\u00e3o de avalia\u00e7\u00e3o faz uma devolutiva da visita local, e posteriormente a institui\u00e7\u00e3o de ensino recebe a devolutiva final com a decis\u00e3o final do seu processo de acredita\u00e7\u00e3o.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Experi\u00eancias internacionais nortearam proposta lan\u00e7ada &#8211; <\/strong>Para a cria\u00e7\u00e3o do Sistema que tem o aval do CFM e da Abem, foram estudados seis processos internacionais de avalia\u00e7\u00e3o do ensino m\u00e9dico: o Liaison Committee on Medical Education (LCME), que \u00e9 utilizado no Canad\u00e1 e nos Estados Unidos; o General Medical Council (GMC), em funcionamento na Gr\u00e3-Bretanha; o Australian Medical Council (AMC); o ARCU-SUL, que faz a acredita\u00e7\u00e3o de cursos universit\u00e1rios do Mercosul; o Neederlands-Vlaamse Accreditation Organization (NVAO), em atividade na Holanda; e o Institution for Academic Degrees and University Evaluation (NIAD), reconhecido no Jap\u00e3o.<\/p>\n<p>Todos eles foram comparados entre si e com o Sistema Nacional de Avalia\u00e7\u00e3o da Educa\u00e7\u00e3o Superior (Sinaes), adotado atualmente pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o brasileiro como processo vigente para mensura\u00e7\u00e3o dos diferentes aspectos relacionados \u00e0 forma\u00e7\u00e3o superior. Inclusive, suas conclus\u00f5es servem de subs\u00eddio para o ato de abertura, o reconhecimento e a renova\u00e7\u00e3o de reconhecimento das escolas m\u00e9dicas no Brasil.<\/p>\n<p>O estudo desenvolvido pelo grupo de trabalho apontou alguns pontos fracos do Sinaes. Essas fragilidades serviram de par\u00e2metro para a elabora\u00e7\u00e3o da proposta que est\u00e1 sendo lan\u00e7ada e colocada em pr\u00e1tica pelo CFM e pela Abem. \u201cNosso entendimento \u00e9 que o processo atual de avalia\u00e7\u00e3o das escolas m\u00e9dicas no Brasil tem sido mais impositivo do que democr\u00e1tico, e mais regulat\u00f3rio do que emancipat\u00f3rio\u201d, anotaram os pesquisadores Milton de Arruda Martins e Patricia Tempski, coordenadores do estudo que originou o Saeme.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da cr\u00edtica do modelo em vigor no Pa\u00eds e da verifica\u00e7\u00e3o criteriosa de seis sistemas internacionais, o grupo ainda buscou fundamenta\u00e7\u00e3o nas diretrizes de acredita\u00e7\u00e3o da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) e da World Federation for Medical Education (WFME), 2004) para concluir seu trabalho.<\/p>\n<p>Entre os pontos em destaque, que foram colocados em perspectiva pelo Saeme, est\u00e1 a conclus\u00e3o de que as tr\u00eas dimens\u00f5es da avalia\u00e7\u00e3o externa consideradas pelo Sinaes (instala\u00e7\u00f5es, corpo docente e did\u00e1tico-pedag\u00f3gico) n\u00e3o apreciam toda a realidade institucional dos estabelecimentos de ensino m\u00e9dico. Isso permite negligenciar pontos como a adequa\u00e7\u00e3o dos cursos \u00e0s Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN); \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o do aluno e do processo de aprendizagem; e ao contexto de gest\u00e3o institucional.<\/p>\n<p>Todas essas conclus\u00f5es est\u00e3o presentes no relat\u00f3rio \u201cAn\u00e1lise de processos de avalia\u00e7\u00e3o e acredita\u00e7\u00e3o de escolas m\u00e9dicas no Brasil e no mundo\u201d. Confira a seguir alguns outros pontos que mereceram destaque no documento:<\/p>\n<table border=\"1\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"3\">\u00a0<strong>Compara\u00e7\u00e3o entre o Sinaes (brasileiro) e outros sistemas internacionais de avalia\u00e7\u00e3o<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Pontos em destaque<\/td>\n<td>Brasil (Sinaes)<\/td>\n<td>Sistemas internacionais (LCME, GMC, AMC,<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\u00a0Capacita\u00e7\u00e3o de avaliadores<\/td>\n<td>O processo de capacita\u00e7\u00e3o de avaliadores<\/p>\n<p>est\u00e1 aqu\u00e9m da necessidade, uma vez que a<\/p>\n<p>subjetividade na avalia\u00e7\u00e3o e a disparidade de<\/p>\n<p>opini\u00f5es entre avaliadores s\u00e3o frequentes.<\/td>\n<td>Os processos estudados valorizam o papel do<\/p>\n<p>avaliador externo ao garantir capacita\u00e7\u00e3o e<\/p>\n<p>aprimoramento constante da equipe de avalia\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>externa e das comiss\u00f5es de avalia\u00e7\u00e3o ligadas ao<\/p>\n<p>\u00f3rg\u00e3o avaliador.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\u00a0Autoavalia\u00e7\u00e3o<\/td>\n<td>H\u00e1 fragilidade na coleta de evid\u00eancias que<\/p>\n<p>demonstrem que as respostas atribu\u00eddas pela<\/p>\n<p>autoavalia\u00e7\u00e3o est\u00e3o coerentes, atualizadas e<\/p>\n<p>completas.<\/td>\n<td>Em processos internacionais, existe obrigatoriedade<\/p>\n<p>na demonstra\u00e7\u00e3o de evid\u00eancias de forma a dirimir<\/p>\n<p>d\u00favidas e permitir a an\u00e1lise aprofundada de cada<\/p>\n<p>dimens\u00e3o.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Preparo para a visita<\/td>\n<td>A falta de acesso pr\u00e9vio aos dados da<\/p>\n<p>autoavalia\u00e7\u00e3o impede uma prepara\u00e7\u00e3o mais<\/p>\n<p>direcionada dos avaliadores para a visita local.<\/td>\n<td>A comiss\u00e3o de avalia\u00e7\u00e3o recebe os dados do curso<\/p>\n<p>anteriormente \u00e0 visita local, o que lhe permite<\/p>\n<p>preparar a visita, escolhendo em quais dimens\u00f5es<\/p>\n<p>se deter ou solicitar esclarecimentos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Visita externa<\/td>\n<td>A visita \u00e9 realizada por uma dupla de<\/p>\n<p>avaliadores.<\/td>\n<td>As diretrizes da OMS\/WFME recomendam que a<\/p>\n<p>comiss\u00e3o avaliadora externa seja constitu\u00edda por<\/p>\n<p>tr\u00eas a cinco membros<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Participa\u00e7\u00e3o da<\/p>\n<p>comunidade cient\u00edfica e<\/p>\n<p>da sociedade<\/p>\n<p>ARCU-SUL, NVAO e NIAD).<\/td>\n<td>N\u00e3o h\u00e1 socializa\u00e7\u00e3o suficiente do processo e<\/p>\n<p>instrumentos do Sinaes para que a<\/p>\n<p>comunidade cient\u00edfica e sociedade possam<\/p>\n<p>participar do processo e desenvolver uma<\/p>\n<p>vis\u00e3o cr\u00edtica acerca dos resultados.<\/td>\n<td>Os processos internacionais s\u00e3o caracterizados<\/p>\n<p>pela transpar\u00eancia\u00a0 e socializa\u00e7\u00e3o dos resultados<\/p>\n<p>em cada fase do processo de avalia\u00e7\u00e3o.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\u00a0An\u00e1lise dos avan\u00e7os<\/td>\n<td>As constantes mudan\u00e7as do instrumento de<\/p>\n<p>avalia\u00e7\u00e3o do curso, a inclus\u00e3o de novos<\/p>\n<p>\u00edndices, entre outras altera\u00e7\u00f5es no processo,<\/p>\n<p>dificultam a an\u00e1lise dos avan\u00e7os e retrocessos<\/p>\n<p>da IES, bem como uma compara\u00e7\u00e3o entre<\/p>\n<p>elas.<\/td>\n<td>Os processos avaliativos s\u00e3o est\u00e1veis e mobilizam a<\/p>\n<p>transforma\u00e7\u00e3o na escola m\u00e9dica atrav\u00e9s da an\u00e1lise<\/p>\n<p>de resultados ao longo do tempo.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Fonte<\/strong>: Dados sistematizados a partir do relat\u00f3rio \u201cAn\u00e1lise de processos de avalia\u00e7\u00e3o e acredita\u00e7\u00e3o de escolas m\u00e9dicas no Brasil e no mundo\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>fonte: CFM Escolas m\u00e9dicas de todo o Brasil poder\u00e3o aderir a um modelo implementado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Educa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica (Abem) que ajudar\u00e1 a identificar cursos de Medicina (p\u00fablicos e privados) que est\u00e3o atentos \u00e0s exig\u00eancias m\u00ednimas para a forma\u00e7\u00e3o dos futuros profissionais. 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