fonte: Veja
Entidades médicas e representantes da sociedade publicaram nessa sexta-feira um manifesto contra a criação do plano de saúde popular proposta pelo Ministério da Saúde. No documento, assinado por dez instituições, “os modelos apresentados são grave ameaça de retrocesso aos direitos dos consumidores, pois segmentarão a assistência à saúde “.
Os principais motivos elencados pelas instituições para discordar dos planos populares são: encaminhamento das propostas à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sem encaminhar previamente ao Grupo de Trabalho sobre Planos Acessíveis, sistema de coparticipação semelhante ao de uma franquia de automóvel – em caso de doenças mais graves e dispendiosas, o usuário terá um ônus maior -, retorno à fase anterior à regulamentação do setor de saúde suplementar pela Lei 9656/98, geração de falsas expectativas sem atender às necessidades do paciente, aumento da judicialização, precarização da saúde pública, prejuízo á relação médico-paciente e precarização das condições de trabalho do médico.… SAIBA MAIS