fonte: SinMed-RJ
fonte: Veja
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu nesta terça-feira todos os lotes do medicamento Amoxicilina + Clavulanato de Potássio, comprimidos 875 mg + 152 mg, fabricados pelas empresas Germed Farmacêutica Ltda., Legrand Pharma Indústria Farmacêutica e pela E.M.S. S/A, e o medicamento Policlavumoxil, fabricado pela Germed Farmacêutica Ltda.
A decisão foi motivada pela ausência de estudos de bioequivalência nas formulações dos produtos, conforme é exigido pela legislação. … SAIBA MAIS
fonte: Folha de SP
O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (20) mudanças no programa Mais Médicos, uma das principais bandeiras do governo federal na saúde.
As medidas incluem o reajuste no valor da bolsa paga a todos os profissionais do programa, que passa de R$ 10.570 para R$ 11.520, a liberação do ingresso de médicos brasileiros formados na Bolívia e Paraguai e a diminuição no número de profissionais cubanos a partir de 2017 –a estimativa do governo é que até 4.000 cubanos sejam substituídos por brasileiros nos próximos três anos.… SAIBA MAIS
fonte: Folha de SP
Líderes do mundo inteiro pediram nesta quarta-feira (21) uma mobilização de governos, médicos, laboratórios e consumidores para frear a ameaça crescente das chamadas superbactérias, resistentes a todos os antibióticos conhecidos, que geram um grande número de doenças cada vez mais difíceis de curar.
“A resistência antimicrobiana representa uma ameaça fundamental de longo prazo para a saúde humana, a produção de alimentos e o desenvolvimento”, declarou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, ao abrir a primeira reunião sobre este assunto convocada em uma Assembleia Geral da ONU.… SAIBA MAIS
fonte: O Globo
Grupos que representam pacientes com doenças raras estão se mobilizando em torno de um julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que pode afetar diretamente o tratamento de enfermidades desse tipo. Está nas mãos da Corte decidir se o poder público deve arcar com medicamentos de alto custo que não estão incluídos no Sistema Único de Saúde (SUS) e, ainda, determinar se é obrigação do Estado financiar remédios que não têm autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).… SAIBA MAIS
fonte: O Globo
A Microsoft pretende “resolver” o câncer dentro de dez anos. A companhia, conhecida por sua atuação na indústria de softwares, está trabalhando para tratar a doença como um vírus de computador, que invade e corrompe as células do corpo. Dessa forma, a expectativa é que no futuro próximo seja possível monitorar essas células e, potencialmente, reprogramá-las para que elas se tornem saudáveis novamente.… SAIBA MAIS
fonte: CREMERJ
O CREMERJ na reunião de Saúde Pública recebeu nesta terça-feira, 13, o secretário estadual de Saúde, Luis Teixeira, para debater a situação dos hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) administradas pelo Estado. Prejudicadas pela falta de financiamento, algumas unidades do sistema público de saúde do Rio de Janeiro têm funcionado de forma precária desde o início da crise financeira, no final do ano passado.… SAIBA MAIS
fonte: Estadão
De um lado, pacientes à beira do desespero, vítimas de doenças graves lutando contra o tempo. De outro, remédios controlados e caríssimos, geralmente obtidos na rede pública. Dezenas de grupos de Facebook têm funcionado como um balcão de trocas e doações de medicamentos. Em geral, são unidades remanescentes de algum parente que morreu ou de um paciente que finalizou o tratamento.… SAIBA MAIS
fonte: Folha de SP
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello entende que o Estado tem obrigação de fornecer a pacientes sem capacidade financeira medicamentos de alto custo, desde que o produto tenha autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para ser comercializado no Brasil.
O tribunal começou a analisar duas ações, ambas sob a relatoria de Mello, movidas por cidadãos que recorrem à Justiça para ter acesso gratuito a remédios que não constam na Relação Nacional de Medicamentos (estoque de produtos que o SUS provém à população, sem custos).… SAIBA MAIS
fonte: Folha de SP
Era uma noite tranquila de dezembro. Lisiane Carafini, 37, acordou para alimentar seu bebê e ouviu uma tosse estranha. Ela achou o marido, Leonardo Semprebom, irreconhecivelmente inchado. Era a primeira crise anafilática dele. Na segunda, morreu. Para evitar casos como esse, entidades lutam para trazer uma pequena “caneta” de adrenalina para o Brasil.… SAIBA MAIS
