fonte: Folha de SP
Primeiro, ele tirou o anticoagulante da mãe. Depois, o diurético do pai e, por fim, o antidiabético da prima.
“A família pensou que eu estivesse maluco”, conta o clínico-geral e médico de família Marco Aurélio Melo, 42, professor em duas universidades em Goiás.
Ele adota a mesma atitude com seus pacientes na atenção básica de saúde, onde atua há 18 anos.… SAIBA MAIS

fonte: O Globo
fonte: CREMERJ

fonte: G1
fonte: SOBED
fonte: CREMERJ
fonte: SinMed/RN
fonte: CFM